Páginas

domingo, 17 de novembro de 2013

Frases: Cidade dos Ossos


Ela desejou pela milésima vez ser um pouquinho mais como a mãe.

As pessoas sempre diziam a Clary que ela se parecia com a mãe, mas ela não via semelhança alguma.
Ela sabia que não era linda como a mãe.

Isabelle: Ah, ele é grosso com todo mundo. É o que faz ser tão sexy.

Clary: Espera aí.... Eles são os únicos com quem você se socializa?
Jace: São.
Clary: Isso deve ser muito solitário.
Jace: Tenho tudo o que preciso.

Estava longe de estar bem. Aliás, a sensação que tinha era de que jamais voltaria a ficar bem.

Pelo menos por enquanto ele teria de ajudá-la, querendo ou não. Pelo menos por enquanto, não poderia deixá-la sozinha.

-Não entendo por que os mundanos sempre se lamentam por coisas das quais não têm culpa alguma.
- Não estou me lamentando. É uma forma de... solidariedade. De dizer que sinto pela sua infelicidade.
-Não sou infeliz. Só pessoas sem propósitos são infelizes. Eu tenho um propósito.

Jace: Há uma linha tênue entre sarcasmo e pura hostilidade, e acho que você a cruzou. Qual é o problema?
Clary: Detesto quando você responde a uma pergunta com outra.
Jace: Não detesta nada, acha um charme. Independente de qualquer coisa, você não prefere saber a verdade?
Clary: Não. Quero dizer, talvez. Não sei.

Finalmente ele falou- e, apesar de não se surpreender, de saber exatamente o que ele iria dizer, mesmo assim ela sentiu as palavras como um sopro contra o coração.

-Eu pensei...pensei que você...
- Não fosse voltar para buscar você? Mas é claro que voltaria. É claro que eu voltei.

-Você não entende -disse Alec- Você não o conhece. Eu o conheço. Ele acha que têm que salvar o mundo; e morreria por isso com prazer. Às vezes acho até que ele quer morrer, mas você não precisa estimulá-lo.

-Vocês, mundanos, são completamente egoístas, não são? Será que você não faz ideia do que ele fez por você, dos riscos pessoais que correu? E não estou falando apenas da segurança dele. Ele pode perder tudo. Já perdeu o pai e a mãe; você quer que ele perca a família que restou também?

Ela podia ver o quanto o estava machucando, e se sentiu feliz por isso. Mais alguém tinha que sofrer, só pra variar um pouco.

Muito bem, Clary. Agora você realmente fez com que ele a odeie.

Jace: Está quase completamente escuro. é melhor irmos.
Clary: Nós? Eu achei que você fosse me deixar em paz.
Jace: Eu menti.

A Lei é dura. Mas é a Lei.

O menino nunca mais chorou, e nunca se esqueceu do que aprendeu: que amar é destruir, e que ser amado é ser destruído.

Isabelle: Não olhe para mim. Olhe para si mesma.

Finalmente ele falou - e, apesar de não se surpreender, de saber exatamente o que ele iria dizer, mesmo assim ela sentiu as palavras como um sopro contra o coração.

Simon: Você realmente quer saber o que mais a minha mãe disse sobre você? Ela disse que você partiria meu coração.

Ela ficou imaginando se era realmente possível, no espaço de uma semana, perder todas as pessoas que amava. Imaginou se seria possível sobreviver àquilo. E, mesmo assim, naqueles breves instantes no telhado com Jace, ela se esquecera da mãe. Esquecera Luke. Esquecera Simon. E tinha se sentido feliz. Isso era o pior de tudo: ela havia se sentido feliz.

Hodge: Onde há sentimentos não correspondidos, há um desequilíbrio de poder. É um desequilíbrio fácil de ser explorado, mas não é um curso sábio. Onde há amor, frequentemente também há ódio. Podem existir lado a lado.

Dorothea: Amor tomando rumos adversos. A pior coisa.

Dorothea: Por acaso você já se apaixonou pela pessoa errada?
Jace: Infelizmente, Dama dos Refugiados, meu único verdadeiro amor permanece sendo eu mesmo.
Dorothea: Pelo menos, você não precisa se preocupar com rejeição Jace Wayland.
Jace. Não necessariamente. Eu mesmo às vezes me dispenso, só para manter as coisas interessantes.

Jace: Não é sua culpa. É minha culpa.
Clary: Sua? Jace, não, não é...
Jace: Ah, é sim. Mea culpa, mea maxima culpa.
Clary: O que isso quer dizer?
Jace: Minha culpa. Culpa unicamente minha, minha culpa mais terrível.

Hodge: Não é fácil trair aquilo em que se acredita, aqueles que confiam em você.

Valentim: Imagino o que elevai pensar a seu respeito quando acordar. Traição nunca é uma coisa boa, mas trair uma criança...é uma traição dupla não acha?

Hodge: Você é jovem. O passado não é nada para você, nem mesmo um estranho como o é para os mais velhos, ou pesadelo com é para a culpa.

Luke: Não espero que confie em mim...
Clary: Ótimo. Pois não confio.
Luke: Clary...O que eu fiz...não espero que você entenda. Sei que você acha que te abandonei...
Clary: Mas você abandonou mesmo.






2 comentários:

  1. Oi! Adorei o blog. Seguindo, claro!
    Beijos,
    Isabelle
    http://www.verbosdiversos.com/

    ResponderExcluir